Tenho que confessar que ainda tenho pesadelos com minhas provas de Geodésia, momentos fatídicos que vivenciei durante meu curso de graduação. Ciências auxiliares como Cartografia, Ajustamento de Observações e Topografia no subconsciente e a calculadora como companheira decidindo minha aprovação no final do semestre. Hehe! Era o bicho! Ainda bem que o desenvolvimento tecnológico foi generoso com a Geomática e acaba por contribuir com agilidade, praticidade e exatidão o profissional geomensor. Mas, estive pensando, e durante a década de 60? Como era? Digo, como era o processo de trabalho e o tempo gasto para executar uma tarefa, e aqui no Brasil? Um artigo publicado pela revista Mira, produzida pelo engenheiro cartógrafo Paulo Alonso, evidencia como foi a história da Geodésia no Brasil. Sabe quando alguma pessoa diz: "É preciso fazer na unha"? Pois então, essa era a máxima decretada. Ou, para se ter uma idéia, os caras utilizavam tábuas de logarítimo para realizarem cálculos de triangulações.Clique na figura
