domingo, 11 de dezembro de 2011

IDL no ENVI - Parte 4

Olá pessoal,

Neste post vou mostrar sobre janelas de seleção de arquivos dentro do ENVI como podemos ver na figura abaixo.

Figura 1. Janela de seleção de arquivos

Há várias formas de selecionar arquivos dentro do envi, hoje citarei o ENVI_SELECT, de acordo com a figura 1, que tem o objetivo de selecionar arquivos que esteja no ambiente envi.

Sintaxe do ENVI SELECT

ENVI_SELECT,[/BAND_ONLY] [,DIMS = array] [,FID = file ID] [,/FILE_ONLY] [,FILE_TYPE = integer] [;/MASK] [,M_FID = variable] [,M_POS = variable] [,/NO_DIMS] [,/NO_SPEC] [POS=variable] [,/ROI] [,TITLE = string]

Quando for usar o ENVI_SELECT, não necessidade de especificar todos os parâmetros e nem colocar na ordem da sintaxe, o que é mais importante é a definição correta dos parâmetros da sintaxe

Mostraremos um exemplo, e os parâmetros utilizados serão:

  • FID = Identificador da imagem no ambiente ENVI
  • POS = Posição da banda no FID
  • TITLE = Título da Janela
  • /BAND_ONLY (Opcional) = Selecionar banda individualmente no envi
Figura 2. ENVI_SELCT sem /BAND_ONLY

Figura 3. ENVI_SELCT com /BAND_ONLY

Agora vamos fazer um exemplo que selecione a imagem no ambiente envi , e através de uma caixa de diálogo, mostre a quantidade total de bandas no arquivo, se o arquivo não for selecionado, ele vai pedir “educadamente” que selecione um arquivo, então vamos lá.

Abra o IDL+ENVI, depois no IDL, clique em Arquivo/Novo arquivo fonte do IDL, digite o seguinte código no ambiente IDL:












Depois feito isso, vamos compilar o arquivo em Executar/Compilar, após a complição , iremos rodar o programa em Executar/Executar.

Figura 4. Janela inicial da ferramenta teste

Figura 5. Caixa de diálogo com a quantidade total de bandas

Figura 6. Caixa de diálogo quando arquivo não é selecionado


Pessoal ,isso foi apenas uma apresentação sobre a função ENVI_SELECT, espero que tenham gostado, até a próxima postagem

Fonte: Universidade da Virgínia - Departamento de Astronomia


Equipe TecgeoWeb

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

IDL no ENVI - Parte 3

Olá pessoal

Ficamos um bom tempo sem postar, devido alguns acontecimentos acadêmicos que tomaram bastante o nosso tempo, mas estamos de volta, rsrsrs. Hoje falaremos sobre alguns comandos do IDL no desenvolvimento de ferramentas no ENVI.

Primeiramente, falaremos do comando STRING, que tem a função que converter qualquer tipo de dados no formato textual.

Sintaxe STRING

A = STRING(B), todo conteúdo de B tornará no formato textual

Outro comando bastante interessante é o N_ELEMENTS, tem função de fazer uma contagem de elementos de um determinado vetor.

Sintaxe N_ELEMENTS

A = [ 0,1,2,3,4]

B = n_elements(a), então B terá o valor de 5

Agora, demonstrarei o funcionamento do comando IF.

Sintaxe IF

if expressão then begin

declaração

endif

Exemplo

if y lt 0 then Begin

t=2

txt = ‘Positivo’

endif


Sintaxe IF e ELSE

if expressão then begin

declaração

endif else begin

declaração

endelse

Exemplo

if y lt 0 then begin

t=2

txt = ‘Positivo’

endif else begin

t=3

txt=’Negative’

endelse

Uma observação, nas expressões dos commandos condicionais, não usam sinais como: =, >,<, como a maioria das linguagens de programação, e sim variáveis abaixo descritos:

gt = Maior que

lt = Menor que

eq = Igual

É pessoal, isso foi um pouco sobre alguns comandos usados do IDL no desensolvimento de ferramentas no ENVI, na próxima postagem usaremos esses comandos numa ferramenta básica que criaremos no ENVI, até a próxima.

Fonte: Universidade da Virgínia – Departamento de Astronomia

Equipe Tecgeoweb

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

IDL no Envi - Parte 2


Olá pessoal tudo bem?

Como prometido, a tecgeoweb postará uma série de uso do IDL no ENVI, cada semana será apresentado o uso da linguagem IDL no software ENVI. Na semana passada, foi postado o primeiro “Capítulo” desta série, onde foi mostrado a criação de uma simples função no ambiente IDL para que seja usado no ENVI. Na postagem de hoje, demonstrarei o processamento feito no ambiente IDL, e o ENVI será utilizado apenas para visualizae o resultado deste processamento, então galerinha vamos lá.

Primeiramente, quero falar sobre alguns comandos que serão utilizados neste exercício, sendo os seguintes comandos:

  • OPENR: Abrir imagem no IDL
  • BYTARR: Criar vetores do tipo Byte
  • READU: Ler dados no ambiente IDL
  • CLOSE: Fechar variével no IDL
  • OPENW: Abrir imagem para edição no IDL
  • WRITEU: Escrever dados em uma variável em ambiente IDL

Depois da conceituação dos comandos que serão utilizados neste exercício, vamos iniciar a programação.

Pro NDWI

openr, 1,File (Digite o endereço onde esta a imagem. Exemplo: C:\ENVI\image1, onde image1 é a imagem e o C:\ENVI é o diretório)

Band_gr = BYTARR(Nº Colunas, NºLinhas) - Linha 2

Readu,1, Band_gr - Linha 3

Close,1 - Linha 4

openr, 2,File

Band_mir = BYTARR(Nº Colunas, NºLinhas)

Readu,2, Band_mir

Close,2 - Linha 8

NDWI_form = (float(Band_gr) - Band_mir) / (float(Band_gr) + Band_mir) - Linha9

openw,3,File - Linha 10

writeU,3,NDWI_form - Linha 11

Close,3

end - Linha 13


onde:

Linha 1 = Inserção da Imagem no IDL

Linha 2 = Dimensão da Imagem e criação da matriz

Linha 3 = Leitura dos valores da cada pixel na matriz criada

Linha 4 = Fechamento da imagem no IDL

Linha 9 = Criação do modelo matemático

Linha 10 = Criação de uma nova imagem

Linha11 = Inserção dos valores adquiridos pelo modelo matemático

Linha 13 = Encerramento da Função

Pronto, depois de redigir os comandos, clique na Barra de ferramenta a opção Executar/Compilar e depois clique na opção Executar/Executar. No ENVI, vá na opção FILE/OPEN IMAGE FILE, selecione a imagem NDVI_IDL e clique na opção ok, quando fizer isso, vai aparecer a seguinte janela:

Figura 1 . Cabeçalho da imagem

Está janela e utilizada para definir parâmetros da imagem(cabeçalho), então preencheremos da seguintes forma:

Samples:Número de Colunas da Imagem

Lines: Número de Linhas da Imagem

Bands: 1

Offset :0

Data Type: Floating Point (para imagens frações entre outras)

Os demais dados deixe padrão, depois clique na opção OK. A imagem vai aparece na janela Available Bands List , e mande "desenha" no ambiente do ENVI.

Figura 2 - Imagem Fração(Esquerda) e Imagem Falsa Cor (Direita)

Nota-se que a imagem facão feita no IDL realçou mais a drenagem que outros elementos, devido o modelo matemático utilizado para realçada drenagem chamado NDWI, que utiliza a banda do Verde e a Banda do Infra vermelho médio, se for usar imagens do sensor TM(Série Landsat), será as bandas 2 e 5.

E isso pessoal , semana que vem terá mais postagem sobre o uso do IDL com o ENVI, uma ótima semana a todos, fuiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Bernard Silva

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

IDL no ENVI - Parte 1


Boa Tarde Pessoal,

Já tem um tempinho que o tecgeoweb não posta né ( Mais de 4 meses, hauhahau), então, para quebrar esse "jejum", venho com à série "IDL no ENVI", que no qual tentarei demostrar noções básicas do uso da desta linguagem no desenvolvimento ferramentas no ENVI.
Primeiramente vou falar um "breve" histórico, de acordo com o site Union College o IDL que tem significado de Interactive Data Language (Linguagem de Dados Interativos), foi projetado por David Stern, no Laboratório de Física Atmosférica e Espacial na Universidade do Colorado na década de 70, para que os cientista podessem explorar, analisar seus dados sem ajuda de algum programador.

Atualmente o IDL e utilizado em diversas áreas, sendo algumas em:
  • Sensoriamento Remoto/GIS: O ENVI um software conhecido pelo uso de processamento de imagens de sensores abordos de plataformas obitais ou aerotransportados. O ENVI É 100% desenvolvido em IDL
  • Aplicações Médicas:Utilizado na produção de imagens médicas, como por exemplo, a tomografia
  • Implementação de Softwares Aplicados: Que no caso desta postagem será utilizado o ENVI
Já foram citados, o histórico do IDL e suas aplicações, agora voltaremos ao foco principal da postagem, que é o uso do IDL no desenvolvimento de rotinas no ENVI, então "come on people".
Nesta primeira postagem criaremos uma função utilizada no "Band Math", vamos abrir o ícone ENVI + IDL e abrirá a janela do IDL Workbench.

Janela do IDL Workbench

Pronto, agora vamos digitar a nossa função no IDLE do IDL que será o NDVI, que é muito utilizado na identificação da vegetação.

Function calc_ndvi, b1,b2
NDVI_float = (float(b1)-b2) / (float(b1) + b2)
return, NDVI_float
end


Linhas de comandos da Função

onde:
Linha 1: Definindo a função (nome, parâmetros)
Linha 2: Definindo o modelo matemático
Linha 3: Mostrar Resultado Final
Linha 4: Encerramento da Função

Após término, vamos salvar o script clicando na opção Arquivo/Salvar para um local Externo, salve o arquivo na pasta chamada "Save Add" com a extensão ."pro", que está localizada em ITT\IDLxx\products\envixx\save_add, onde "xx" quer dizer a versão do ENVI e IDL que está instalado na máquina.Uma observação, se quiser utilizar essa função num ENVI que não tenha a licença ENVI+IDL, salve no formato ".sav", na Linha de comando do IDL, digite:
save,file="Destino do arquivo juntamente com o nome.sav"/routines,depois coloque nas pasta "Save Add"

No ENVI, vá na opção Basic Tools/Band Math, Digite no campo "Enter an expression" a função: calc_ndvi(b1,b2), clique em "Add to List e depois ok, selecione a banda do infravermelho próximo no b1 e a banda do vermelho no b2, depois selecione "File", para salvar o arquivo no disco ou "Memory" para ficar na memória.
E isso ai pessoal , semana que vem postarei mais coisas a respeito do uso do IDL no ENVI, um grande abraço.

Bernard Silva

God Bless

Fontes:


domingo, 5 de junho de 2011

II SAGEO

Essa sugestão é pra você estudante, professor e simpatizante da geotecnologia. Entre os dias 6 e 10 de junho será realizado a segunda SAGEO (Semana de Avaliação do Curso de Graduação de Tecnologia em Geoprocessamento). Comparecerá por lá um time de entendedores que garantirão a credibilidade dos debates, que apontarão o destino dos profissionais que realmente são capacitados para desenvolverem produtos e soluções para o setor. O evento será realizado no Campus Goiânia do Instituto Federal de Goiás e a programação promete o sucesso dessa nobre iniciativa da coordenação do curso e alunos.

Clique na figura e confira a programação

SENSORIAMENTO REMOTO UTILIZADO NA IDENTIFICAÇÃO DE PIRÂMIDES NO EGITO

O Sensoriamento Remoto é uma tecnologia de grande potencial, e que até pouco tempo atrás era utilizada por poucos especialistas da comunidade científica. Cientistas do mundo todo entenderam as vantagens de se enxergar além do visível. A arqueóloga Sarah Parcak que o diga. Ela, juntamente com sua equipe, identificou 17 pirâmides perdidas, mais de mil tumbas e 3 mil assentamentos antigos no Egito. Analisando imagens de satélite em bandas do infravermelho a arqueóloga identificou materiais mais densos que o solo, como tijolos de barro que os egípcios antigos utilizavam para construir suas casas, tornando possível a comprovação da existência de pirâmides, tumbas e assentamentos antigos.

Clique na figura


domingo, 29 de maio de 2011

domingo, 22 de maio de 2011

ALEXANDER MUSTARD

Um fotógrafo inglês propôs registrar o resultado da divergência entre as placas tectônicas da América do norte e da Eurásia. Alexander Mustard, é o nome deste genial britânico que documentou o mergulho que fez na Islândia, mais precisamente no Parque Nacional Thingvellir. As fantásticas imagens foram feitas a uma profundidade que variou de 24 a 60 quilômetros.


Clique na figura

domingo, 15 de maio de 2011

CÓDIGO FLORESTAL

Defendido pelo deputado Aldo Rebelo e aprovada pela comissão do Congresso Nacional com o apoio da bancada ruralista, a reforma do Código Florestal tem criado muita polêmica e discussões. Ora, não é pra menos. Debates são realizados mundo á fora relacionados a esse tema, e não cessão as preocupações de organismos internacionais no sentido de alcançar medidas de adaptações às mudanças climáticas. Mas, o que está em jogo? Tais flexibilizações são benéficas em termos ambientais? As justificativas relacionadas à produção de alimentos em detrimento a conservação de áreas de preservação ambiental procedem? Objetivando esclarecer aspectos contraditórios, inconsistentes e tendenciosos das modificações do Código Florestal organizações não-governamentais ambientalistas produziram a cartilha Código Florestal: Entenda o que está em jogo com a reforma de nossa legislação ambiental. A cartilha é alicerçada em estudos científicos longe das mazenas de alarmismo ambiental, vale a pena ser lido e divulgado.

Clique na figura

sábado, 7 de maio de 2011

TAPAJÓS E CARAJÁS

São aproximadamente 1.247.950 quilômetros quadrados de extensão territorial. É a segunda maior unidade federativa do país ficando atrás somente do estado do Amazonas. Sim meus amigos, é muita terra! E pouca eficácia de políticas públicas para atender de forma igualitária a população deste extenso território. Aliás, esse é o principal argumento dos defensores da criação de mais dois estados. O projeto está a todo vapor, a Câmara do Deputados autorizou o plebiscito. Caso o povo paraense concordar o estado será fatiado em três: Pará, Tapajós e Carajás. Em entrevista a CBN o governador do Pará Simão Jatene expõe como concebe essa questão.

Clique na figura

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

CATÁSTROFES NATURAIS

Catástrofes naturais acontecem em todas a regiões do globo terrestre. Aliás, desde o surgimento do nosso planeta fenômenos naturais de diversas magnitudes sempre ocorreram, mas as perguntas que surgem são: “Por que em certas regiões as intensidades das catástrofes naturais são mais destrutivas e danosas?” e “Quem é (são) o (s) culpado (s)?” O Núcleo de Pesquisa e Aplicação de Geotecnologias em Desastres Naturais e Eventos Extremos integrado ao INPE esclarece estas questões através de dados e conclusões reveladoras.

Clique na figura

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

MAPAS HOLOGRÁFICOS

O departamento de guerra norte americano, Pentágono, em parceria com a empresa Zebra Imaging desenvolvem um projeto que usa a holografia para a produção de mapas tridimensionais. Dispensando o uso de óculos, instrumentos popularmente utilizados para proporcionar ao usuário visualização em 3D, é possível distinguir detalhes de uma porção de superfície terrestre sobre uma placa plástica especial. O efeito é proporcionado através da inserção de luz LED do equipamento sobre a placa, gerada através de um sistema computadorizado. O resultado é uma imagem holográfica super realista.

Clique na figura